Schenberg, um renascentista nos trópicos

schenberg

Minha foto favorita de Schenberg [1]

Achei oportuno republicar agora este perfil, escrito anos atrás. Mário Schenberg também viveu tempos obscuros e respondeu a eles de forma luminosa. Continua a ser para mim uma fonte de inspiração.

 

Nascido em um Brasil ainda agrário, foi considerado por Einstein um dos dez físicos mais importantes do mundo. Sempre envolvido em altas especulações matemáticas, não deixou que a razão atrofiasse sua sensibilidade, destacando-se como crítico de arte. Intelectual histórico do Partido Comunista, soube manter sua independência ideológica e antecipou temas polêmicos como os limites do progresso material, os perigos do uso indiscriminado da tecnologia e a necessidade de uma redescoberta dos valores espirituais. Assim foi Schenberg: homem de sete instrumentos, espécie de versão contemporânea dos grandes gênios polivalentes do Renascimento.

 

Um renascentista nascido abaixo da linha do Equador. Mais precisamente, em Recife, Pernambuco, Brasil, no dia 2 de julho de 1914. Foi colhendo mariscos nas praias pernambucanas que, ainda menino, começou a pensar em coisas como teoremas e equações. Para desfrutar de total solidão, ele as percorria muito cedo, sob as primeiras luzes do dia [2]. Essa necessidade de introspecção solitária seria uma constante em sua vida, mesmo no auge da fama como cientista, crítico de arte e militante político, em meio ao turbilhão das viagens, congressos e encontros amorosos.

 

Mas suas duas maiores contribuições científicas resultariam de trabalhos a quatro mãos. Com o físico ucraniano George Gamow (principal autor da teoria do Big Bang sobre a origem do Universo), Schenberg constatou que a emissão de neutrinos desempenha papel decisivo na explosão das estrelas supernovas. Com o astrofísico indiano Subrahmanyan Chandrasekhar (Prêmio Nobel de Física de 1983), demonstrou que o processo de fusão nuclear das estrelas sofre uma brusca intensificação quando a quantidade de hidrogênio queimada atinge 11% da massa total do astro. Juntas, essas duas descobertas constituem aportes de primeira magnitude à teoria da evolução estelar.

 

Em Chartres, sentiu-se tomado pela força do lugar

 

De sua parte, a estrela pessoal de Schenberg começou a brilhar no início dos anos 1930. Estudante na Escola de Engenharia de Recife, jogou no bicho e ganhou cerca de um conto de réis. Com o dinheiro, comprou livros franceses de matemática superior. Logo suas demandas intelectuais transbordavam os horizontes da capital pernambucana. Em 1933, transferiu-se para a Escola Politécnica, em São Paulo. Três anos mais tarde, recém-formado, viajou para a Itália, integrando-se à equipe de Enrico Fermi (Prêmio Nobel de Física de 1938). Em Roma, demonstrou que os raios cósmicos não eram formados exclusivamente por elétrons e fótons, como se pensava na época. Compunham-se também de outros tipos de partículas. Sem os modernos recursos computacionais, armado apenas da velha régua de cálculo, engalfinhou-se em um corpo a corpo com as complicadas equações associadas à multiplicação dos raios cósmicos na atmosfera. E saiu vitorioso.

 

A escalada do nazi-fascismo e a rápida deterioração do cenário político europeu desaconselhavam, porém, sua permanência em território italiano. Rompendo o sigilo que habitualmente antecede a outorga do Prêmio Nobel, o grande físico dinamarquês Niels Bohr comunicou a Fermi que ele seria o premiado de 1938 e devia aproveitar a oportunidade da viagem à Suécia para abandonar a Itália. Foi o que Fermi fez: de Estocolmo, voou direto para os Estados Unidos, onde Bohr movera vários peões para conseguir-lhe asilo. Quanto a Schenberg, passou um rápido período trabalhando com Wolfgang Pauli (Prêmio Nobel de Física de 1945) em Zurique, Suíça, e outro com Frédéric Joliot Curie (Prêmio Nobel de Química de 1935) em Paris, França, antes de voltar ao Brasil.

 

Essa breve estadia francesa não foi importante apenas do ponto de vista científico. Em Chartres, o brasileiro sofreu o impacto estético e espiritual da arquitetura gótica. “Lembro-me de minhas reações na catedral”, afirmaria anos mais tarde. “As pessoas com quem lá estive ficaram espantadas com minha atividade corporal, pois eu subia e descia das torres fora do meu modo habitual. Disse-lhes que algo me impulsionava. Podia ser a beleza, mas também que a força telúrica do lugar estivesse mexendo comigo, me deixando tomado”. Acontecimentos como este foram frequentes na vida do físico e ajudaram a moldar sua desafiadora visão de mundo.

 

“Está faltando o neutrino”

 

Nem bem chegou ao Brasil, já estava de partida para os Estados Unidos, onde o aguardava uma bolsa de pesquisa na Universidade George Washington. Lá encontrou Gamow, que imediatamente lhe deu para ler um artigo sobre as supernovas, essas estrelas que, ao explodirem, brilham com a intensidade de toda uma galáxia. O ucraniano montara um modelo teórico para explicar o fenômeno. Mas havia alguma coisa errada no balanço energético. O jovem Schenberg não precisou de mais de dois dias para descobrir a falha. “Está faltando o neutrino”, disse a Gamow, que, ao ouvir essa frase, levou as mãos à cabeça.

 

Hoje é fácil dizer “está faltando o neutrino”. Porém, na época, ninguém levava o neutrino a sério. Essa partícula exótica, sem carga elétrica, fora postulada teoricamente por Pauli, para explicar uma aparente anomalia no processo da física nuclear conhecido como radiação beta. Mas sua existência ainda não havia sido comprovada experimentalmente. E era desacreditada pelos céticos. Schenberg, porém, estava sempre um passo adiante. Ele agarrara o conceito de neutrino desde a primeira vez que o ouvira, em uma palestra proferida por Fermi em São Paulo, no ano de 1934.

 

Refazendo os cálculos de Gamow, percebeu que a energia subtraída às estrelas pela emissão dessas partículas era responsável pelo colapso gravitacional que causava a explosão. Piadista inveterado, Gamow logo batizou o fenômeno com o nome de “Processo Urca”, em uma referência ao famoso cassino do Rio de Janeiro, que ele visitara anos antes em companhia de Schenberg. Pois a emissão de neutrinos depauperava as estrelas de maneira tão sub-reptícia quanto o cassino fazia com seus apostadores.

 

A idéia de Schenberg era revolucionária. Tanto que o artigo escrito por ele e Gamow sobre o assunto levou cerca de 20 anos para ser aceito pela comunidade científica. Em 1987, na explosão de uma supernova na Nuvem de Magalhães, os neutrinos associados ao processo foram finalmente detectados pela primeira vez. Mas, para Schenberg, essa confirmação observacional veio tarde demais: vitimado pela doença de Alzheimer, ele já não tinha condições de saborear o fato em toda a sua amplitude.

 

A maior concentração de gênios do planeta

 

No início da década de 1940, porém, sua vitalidade estava no auge. O artigo com Gamow foi publicado em 1941. Na sequência, Schenberg transferiu-se para a célebre Universidade de Princeton, com o intuito de trabalhar com Chandrasekhar.

 

Com a Europa destroçada pela guerra, Princeton tornara-se a Meca da ciência mundial. Lá estavam Albert Einstein e Wolfgang Pauli, os físicos Richard Feynman e John Wheeler, o astrofísico Henry Norris Russel e o matemático Johann Von Neumann, para citar apenas os mais famosos. Princeton apresentava, por assim dizer, a maior concentração de gênios por metro quadrado de todo o planeta. Um ambiente perfeito para a mente cosmopolita de Schenberg. Ele parecia definitivamente talhado para pensar grande e tratar seus interlocutores de igual para igual, fossem eles gênios científicos como Einstein e Gamow, ou gênios artísticos como Picasso e Chagall.

 

Em parceria com Chandrasekhar, demonstrou que 90% da vida das estrelas são pautados por uma estável e constante transformação de hidrogênio em hélio. No Sol, uma estrela relativamente pequena, a taxa de conversão de um elemento em outro é de 4 milhões de toneladas por segundo. Quando o montante de hidrogênio queimado alcança 11% da massa total de estrela, porém, ocorre uma súbita intensificação do processo. Esse valor crítico, válido para todas as estrelas, independentemente da massa, é chamado pelos astrofísicos de “limite de Schenberg-Chandrasekhar”. Ele deverá ser atingido no Sol daqui a 5 bilhões de anos, provocando uma enorme expansão do volume do astro, que engolirá todos os planetas mais próximos, inclusive o nosso.

 

Ao contrário do que ocorre com as estrelas, na vida dos cientistas o grosso do combustível intelectual é queimado na juventude. Para Schenberg, o trabalho com Chandrasekhar foi o coroamento dessa etapa turbulenta. Seguiu-se uma sóbria, mas nem por isso improdutiva maturidade. Além da astrofísica, a estadia nos Estados Unidos proporcionara-lhe um profundo e fecundo contato com as artes e filosofias orientais. Pauli, em especial, apresentou-lhe os conceitos de Yin e Yang, os princípios arquetípicos “feminino” e “masculino” que, segundo os antigos chineses, regem todos os fenômenos do Universo. De volta ao Brasil – depois de um segundo período europeu, passado na Universidade Livre de Bruxelas, entre 1948 e 1953 –, ele recorreria tanto à dialética de Hegel quanto à de Lao Tsé (Laozi) em sua atividade como físico, crítico de arte e militante político.

 

Ele anteviu a importância da informática

 

Foi, em todas essas áreas, um pensador criativo e original, avesso aos dogmas e sectarismos, bitolas estreitas e camisas de força. Enquanto muitos cientistas brasileiros apostavam todas as fichas na energia nuclear, ele percebeu que o futuro estava vinculado à eletrônica e à informática. E travou uma batalha solitária para que a Universidade de São Paulo criasse um laboratório de física do estado sólido, introduzisse as disciplinas de cálculo e computação no currículo e adquirisse seu primeiro computador.

 

Seus três últimos trabalhos em física teórica são um monumento à ousadia e à elegância intelectual.

 

O primeiro – uma interpretação da carga elétrica como manifestação da estrutura topológica do espaço-tempo – foi apresentado na Conferência de Quioto de 1965. Schenberg desenvolveu essa hipótese nas condições mais adversas que se possa imaginar: com prisão preventiva decretada pela ditadura militar brasileira, só conseguiu embarcar para o Japão devido à mobilização da opinião pública, e escreveu seu artigo durante o voo.

 

Os dois últimos – elaborados ao longo dos anos 1970, quando ele se encontrava compulsoriamente afastado da universidade devido a suas convicções políticas – foram nada menos do que a tentativa de construir uma teoria unificada da gravitação e do eletromagnetismo. O tema, como se sabe, foi a grande obsessão de Einstein em sua maturidade. Mas Schenberg o abordou pelo lado oposto: não a partir da gravitação, mas do eletromagnetismo.

 

Ele estava convencido de que o eletromagnetismo representava um nível mais fundamental de realidade – tanto porque todos os processos de observação da natureza pareciam envolver fenômenos eletromagnéticos (como a reflexão da luz, por exemplo) quanto porque o formalismo da teoria eletromagnética parecia ser mais simples do que o da teoria gravitacional. Esses fatos afiguravam-se-lhe significativos demais para serem encarados como meras coincidências. Buscador incansável, ele continuava, no ocaso de sua vida, à procura dos fundamentos matemáticos do mundo material: um menino pensando em teoremas e equações na praia deserta.

 

Meus encontros com Schenberg

 

Schenberg foi um dos heróis da minha primeira juventude. Ele reunia, em sua multifacetada personalidade, tudo o que eu valorizava: o grande cientista, o ousado crítico de arte, o intelectual engajado, o pensador original. Aos 14 anos, fui apresentado a ele no casamento de uma prima. Mas, silenciado pela timidez diante de um ídolo de sua estatura, não consegui dizer nada mais inteligente do que “muito prazer”. Depois me considerei um idiota por ter perdido a oportunidade.

 

O destino, porém, veio em meu socorro. Anos mais tarde, já como jornalista, tive a felicidade de entrevistá-lo várias vezes em sua casa, na avenida Doutor Arnaldo, em São Paulo. Como as entrevistas eram sempre agendadas para começar de manhã cedo, eu invariavelmente chegava antes que ele tivesse descido do quarto, pois Schenberg era famoso por ler e escrever durante a noite e dormir até tarde no dia seguinte.

 

Esperando por sua descida, eu ficava encantado com a coleção de obras de arte que ele, na época casado com a artista plástica e museóloga Lourdes Cedran, tinha em casa: não apenas quadros dos principais pintores contemporâneos, brasileiros e estrangeiros, mas também peças antigas e orientais. O acervo era tão grande que os donos da casa se davam ao luxo de trocar os quadros pendurados nas paredes de tempos em tempos.

 

E, quando ele enfim chegava, sempre de pijama e com um charuto entre os dedos, o encanto se tornava ainda maior, pois Schenberg pontuava suas falas com frases do tipo “quando estive com Einstein em Princeton”, ou “então Picasso me disse”, ou “no jantar com Chu En-Lai”. Ele dizia aquilo sem qualquer ostentação, com absoluta naturalidade, como se Einsteins, Picassos e Chu En-Lais estivessem disponíveis em cada esquina.

 

Como sofria de fotofobia, geralmente ficava com os olhos fechados durante nossas entrevistas. E, às vezes, depois de uma pergunta, passava longos minutos em silêncio, com o charuto já apagado e a cinza acumulada prestes a despencar. Eu imaginava que meu já idoso entrevistado havia dormido. Mas, de repente, ele imergia do silêncio com alguma resposta genial.

 

Suas ideias estavam décadas à frente do que se pensava no Brasil na época. Para se ter ideia, mesmo em rodas cultas e politicamente avançadas, temas como a preservação do meio ambiente eram considerados lengalenga, preocupações fúteis de americanos ricos, que nada tinham a ver com a nossa realidade. Muita gente ainda pensa assim, infelizmente. Schenberg não. E, não lembro se com estas mesmas palavras ou outras, trazia para a conversa ponderações sobre ecologia e sustentabilidade.

 

Suas referências tão vastas e seu raciocínio tão fluido faziam com que, muitas vezes, Schenberg se assemelhasse a um despreocupado bon vivant, flanando por caminhos onde outros se arrastavam com dificuldade. Lembro-me de um debate, na Universidade de São Paulo, no qual ele se contrapôs ao biólogo Crodowaldo Pavan, um dos grandes nomes da ciência brasileira, que também tive o privilégio de conhecer pessoalmente e entrevistar. Antecipando-se à orientação que se tornaria quase consensual em nossas instituições de ensino superior, inspirada no modelo norte-americano, Pavan cobrava produtividade dos acadêmicos – produtividade medida pelo número de artigos publicados em revistas internacionais de alto impacto. Schenberg contra-argumentou com o exemplo do filósofo Sócrates, que nunca escreveu nada na vida. E, com o risinho curto que lhe era característico, arrematou: “Consta, inclusive, que era analfabeto”.

 

Caberia, nesse episódio, a famosa distinção feita por Cortázar entre “cronópios” e “famas”. Decididamente “cronópio”, o pensamento de Schenberg irritava, com suas sinuosidades, as inteligências mais retilíneas. Não foi por acaso que um cientista do calibre de David Bohm, que, com o tempo, viria a ser profundamente influenciado por ele, teve uma opinião tão desfavorável a seu respeito nas primeiras aproximações, criticando Schenberg pelo que rotulou de “caráter coloidal”. Foram necessárias doses maciças de Schenberg para amolecer a rigidez mental de Bohm [3].

 

Como tantas vezes acontece, perdi contato com ele depois de algum tempo. Encontrei-o mais uma vez, por acaso, na sala de espera de um dentista. Mas só vim saber que fora vitimado pela doença de Alzheimer depois que ele já havia morrido, em 10 de novembro de 1990.

 

Escrevi três artigos sobre ele após sua morte. Um – originalmente escrito para a Revista 18, da Casa da Cultura Judaica, e reproduzido neste Blog – que trata precisamente de seu relacionamento com Bohm [ver nota 3]. Outro – publicado na revista Scientific American Brasil e, com algumas modificações, postado acima – que apresenta rapidamente sua trajetória. O terceiro – publicado na revista Globo Ciência – que expõe sua biografia de maneira um pouco mais detalhada.

 

Para esse terceiro artigo, entrevistei vários cientistas que trabalharam ou interagiram intensamente com ele. Lembro-me de pelo menos três: Alberto Luiz da Rocha Barros, Henrique Fleming e João Steiner.

 

Outra fonte de informações que utilizei, tanto no artigo da Globo Ciência quanto no postado acima, foi o despretensioso, mas muito interessante, livrinho Diálogos com Mário Schenberg, coordenado por Lourdes Cedran e organizado por José Luiz Goldfarb e outros. A passagem sobre o impacto estético e espiritual que ele recebeu na Catedral de Chartres foi tirada desse livro. E, quando eu mesmo visitei Chartres, em 2007, não pude deixar de me lembrar dela, bem como das experiências vividas no local pelo mitologista Joseph Campbell, e relatadas com muito charme por Campbell em sua famosa entrevista a Bill Moyers.

 

Mas há outra coisa ainda mais interessante nos Diálogos com Mário Schenberg, que não pude utilizar por ser ruidosa demais para os severos padrões editoriais de Scientific American. Trata-se da afirmação do grande cientista de que ele teria sido, “em outra encarnação”, um famoso “pintor de crisântemos” chinês do século IX. Schenberg diz isso da maneira mais cândida. E, quando os entrevistadores insistem no tema, responde que não sabe mais nada a respeito.

 

Sinto uma grande curiosidade por esse “pintor de crisântemos”.

 

Notas

 

[1] A foto que ilustra este artigo, a que eu mais gosto de Schenberg (tenho uma versão dela em papel na pasta em que guardo minhas fotografias favoritas), foi copiada da revista Estudos Avançados, do Instituto de Estudos Avançados da USP. Ela ilustra uma introdução, escrita por Amélia Império Hamburger, a dois artigos de Schenberg publicados naquele número da revista (“Sobre a existência de monopolos magnéticos” e “Sobre uma extensão do cálculo espinorial”). http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s0103-40142002000100012&script=sci_arttext

 

[2] Poucas décadas mais tarde, as caminhadas solitárias pelas praias de Recife viriam a ter, também, uma importância fundamental para Clarice Lispector (1920 – 1977), como ela deixa claro em seu genial livro de estreia, Perto do coração selvagem. Clarice foi, aliás, colega de classe e amiga íntima de outro grande matemático brasileiro, Leopoldo Nachbin (1922 – 1993).

 

[3] Sobre a interação entre os dois grandes cientistas, leia, neste Blog, o artigo “Schenberg / Bohm: encontro de gênios” https://josetadeuarantes.wordpress.com/2012/03/26/schenberg-bohm-encontro-de-genios/.

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