12 Poemas de Kabir

Uma representação de Kabir: livre das amarras do mundo, o grande mestre medita, impassível, sobre as águas tumultuosas do fluxo dos fenômenos.

Estas 12 jóias fazem parte dos 100 poemas de Kabir traduzidos para o inglês por Rabindranath Tagore. A versão de Tagore, publicada em 1915, tornou Kabir amplamente conhecido no Ocidente. Recriei os 100 poemas em português, procurando devolver a eles uma sonoridade que foi muitas vezes perdida na tradução pioneira de Tagore. Minha recriação, publicada por Attar Editorial, já está disponível nas livrarias. Um perfil de Kabir pode ser encontrado, neste Blog, na seção Espiritualidade / Mestres, em https://josetadeuarantes.wordpress.com/2012/03/05/kabir-o-tecelao-da-palavra/

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[Poema 33]

 

De que me servem as palavras,

Se o amor embebedou-me o coração?

Se envolvi o diamante com meu manto,

Por que desfaria o embrulho?

*

Quando sua carga era leve,

O prato da balança se erguia.

Agora, que o prato está cheio,

Qual a necessidade de pesar?

*

O cisne que pousou no lago

Buscaria outra vez a poça d’água?

Se o Senhor está dentro de ti,

Para que abrir os olhos?

*

Kabir diz: Escutai, ó irmãos!

Aquele que roubou meu olhar agora vive comigo.

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[Poema 12]

 

Conta-me, ó Cisne, tua velha história.

De onde viestes? Para onde vais?

Em que margem pousarás para descansar?

A qual meta entregastes o coração?

*

Esta é a manhã da consciência!

Voemos juntos! Desperta! Segue-me!

Há um lugar livre da dúvida e da tristeza,

Onde o terror da morte não impera.

*

Lá, florescem bosques em eterna primavera,

E sua fragrância faz avançarmos mais e mais.

Imerso nela, o coração, qual abelha, se inebria.

Imenso nela, já não quer outra alegria.

Nota ao Poema 12

Dos poemas vertidos por Tagore, este foi, talvez, o que mais repercutiu no Ocidente, impressionando profundamente Yeats e outros intelectuais que o leram. De fato, o símbolo do cisne é recorrente na cultura mundial. A história do Patinho Feio, que, ridicularizado por sua aparência e inadaptado ao seu meio durante a infância, cresce e amadurece como um esplêndido cisne, é uma clássica metáfora daquele que trilha o caminho espiritual. Seu autor, o dinamarquês Hans Christian Andersen (1805 – 1875), a considerava autobiográfica. E o escritor Idries Shah afirma que Andersen se inspirou em uma passagem do Masnavi, a obra-mestra de Rumi. No hinduísmo, o cisne é a montaria (vahana) da deusa Saraswati, protetora do conhecimento, da música e da literatura. E o título Paramahansa (Supremo Cisne) foi atribuído a muitos mestres que teriam alcançado a iluminação, aludindo à capacidade do cisne de transitar entre os diferentes planos de realidade (a terra, a água, o ar) sem se apegar a nenhum deles. Ramakrishna e Yogananda foram os mais famosos iogues dos tempos modernos que receberam esse título.

 

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[Poema 78]

 

Ó Sadhu!

Ouve minhas palavras imortais.

Para teu próprio benefício, considera-as bem.

Tu te afastaste do Senhor, da árvore na qual floresceste.

Afastando-te, perdeste o senso. Perdendo o senso, compraste a morte.

*

Todos os saberes, todos os ensinamentos provém dele. De quem mais?

Se tens isto por certo, o que há para temer? Então, nada teme.

Qualquer nome que invoques nomeia o Sem Nome.

Entende isto e livra-te do ardil das palavras.

*

Ele habita o coração de todas as coisas.

Por que, então, se refugiar no deserto desolador?

Se pões o Senhor longe de ti, o que reverencias é a distância.

Se o Senhor não está perto, quem é, então, que sustenta este mundo?

*

Kabir diz: Por que sofres com a dor da separação, se Ele te preenche?

Conhece-te a ti mesmo, ó Sadhu, e o conhecerás integralmente.

Pois, dos pés à cabeça, não há nada em ti que não seja Ele.

Canta com alegria e o sentirás em teu coração.

 

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[Poema 15]

 

Lá, onde reina a eterna primavera,

Onde o Som Não Percutido soa por si só,

Onde a Luz Imaculada preenche o espaço todo;

*

Lá, onde milhões de Bramas lêem os Vedas,

Onde milhões de Vishnus inclinam suas cabeças,

Onde milhões de Shivas imergem em contemplação;

*

Lá, onde milhões de Krishnas sopram suas flautas,

Onde milhões de Saraswatis dedilham as douradas vinas,

Onde a miríades de deuses, anjos e iluminados vivem contentes;

*

Lá, nessa outra margem que poucos alcançam,

Nessa praia distante, meu amado Senhor se desvela,

E o odor de flores e pasta de sândalo perfuma esse confim

Nota ao Poema 15

Expressões como “som não percutido” e “luz imaculada”, que aparecem neste poema, não são simples soluções poéticas, mas conceitos que, na alta espiritualidade indiana, possuem sentidos precisos. Talvez fique mais fácil entendê-los se tivermos em mente algumas noções do esquema cosmogônico do shaiva siddhanta, a tradição dos “iogues perfeitos”. Nesse modelo, Aum (o “som primordial” ou “som não percutido”) e Ananda (que costuma ser traduzido como “suprema beatitude” ou “supremo gozo”, mas também poderia ser percebido, extrassensorialmente, como “luz imaculada”) são as primeiras manifestações fenomênicas de Deus. Não são a “voz de Deus” ou a “luz de Deus”, como às vezes se diz. Mas o próprio Deus, manifestando-se como movimento, oscilação ou vibração, extrafísicos ou metafísicos. Também não são som e luz na acepção material das palavras. Mas o protossom e a protoluz, que, somente após muitas “veladuras”, poderão ser apreendidos como som e luz no plano sensível.

Em tal esquema, Deus é, primordialmente, Parashiva, que corresponde ao Brahman ou Parabrahman do vedanta. Parashiva é a Realidade Absoluta. Indescritível, inimaginável, inconcebível, constitui o supremo mistério. Um incompreensível “impulso instaurador” (spanda) faz com que Parashiva emerja de sua completa autoimersão e, “extrovertendo-se”, se manifeste como Shiva, a pura consciência, a pura potência, o puro auspício – o saber ser, o poder ser, o querer ser, mas ainda não o ser. Se Parashiva é o inefável, Shiva, seu primeiro tattva ou manifestação, é a suprema quietude, na qual o cosmo inteiro repousa, em um estado puramente potencial e incriado. O “impulso instaurador”, porém, continua. E Shiva, “avivando-se”, manifesta-se como Shakti, o segundo tattva, que é o poder de expressão, o poder de atuação, o poder de objetivação – capaz de, a partir do saber ser, do poder ser, do querer ser, produzir efetivamente o ser.

Parashiva, Shiva e Shakti constituem a Suprema Tríade, a Santíssima Trindade, os três momentos do Divino, que precedem qualquer fenômeno e o próprio ser. O ser e, a partir dele, toda a realidade fenomênica só irão se efetivar, graças aos poderes da Shakti, por meio de Aum, o verbo primordial. De forma apenas alusiva e grosseira, poderíamos representar Parashiva, inteiramente ensimesmado, por meio do “grande ponto” (mahabindu). Shiva, que constitui uma expansão infinita, mas puramente virtual, de Parashiva, seria algo como um oceano vazio, que contém, no entanto, todas as possibilidades metacósmicas e cósmicas. No domínio da Shakti, e por meio de Aum, que é a manifestação de seu poder instaurador, o oceano vazio se enche de “luz imaculada” e se transforma no oceano de beatitude (Ananda). Tornam-se presentes, então, as três características que constituem o Divino Manifesto: Sat (ser), Chit (consciência) e Ananda (beatitude). A partir de Sat-Chit-Ananda ou Satchidananda (que é a contração dos três termos), e mediante uma sucessão de “veladuras” (tattvas), a realidade material é, finalmente, produzida (*).

(*) O modelo do shaiva siddhanta utiliza um esquema de 36 tattvas, ou instâncias, para descrever e explicar essa descida do Uno ao múltiplo. Parashiva, que precede toda a manifestação, é o atattva, isto é, o não tattva, a não instância A partir de seu misterioso “impulso instaurador”, são geradas, sucessivamente, instâncias cada vez mais veladas e fragmentadas, até se chegar ao mundo material, com sua miríade de entes e fenômenos. Tais instâncias não constituem, porém, uma sequência cronológica, porque o tempo, simultaneamente real e ilusório, só é produzido ao longo do processo. De modo que, no ente concreto, finito e limitado, subjazem todos os tattvas e o próprio Parashiva, que, afinal, constitui sua realidade primeira e última.

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[Poema 5]

 

Ó asceta,

Como é difícil renunciar a Maya!

*

Quando renunciei ao lar,

Apeguei-me às roupas.

Quando renunciei às roupas,

Apeguei-me aos farrapos.

*

Renunciei à paixão,

E inflamei-me com a raiva.

Renunciei à raiva,

E enregelei-me com a avidez.

*

Quando venci a avidez,

Enchi o peito de orgulho –

Minha mente ainda presa

Na vaidade da renúncia.

*

Apenas quando a mente se aquietou,

Foi que enfim pude sorrir para Maya.

Antigas memórias e nova concentração

Fundiram-se então em minhas palavras.

*

Kabir diz: Escutai, meus bons irmãos!

Somente um em um milhão resolveu este mistério.

Nota ao Poema 5

Maya é o véu ilusório que recobre a Realidade Unitária (Brahman) e lhe dá a aparência fragmentada e múltipla do mundo fenomênico. Uma certa interpretação do advaita vedanta atribuiu a Maya uma conotação inteiramente negativa. E os vulgarizadores desse enfoque foram longe ao ponto de transformá-la em uma espécie de deusa ardilosa e enganadora. Mas tal interpretação, e mais ainda sua vulgarização, estão em flagrante contradição com a própria essência do advaita, que é a não dualidade. Se tudo é um, isto é, se tudo é divino, Maya também tem que ser! De fato, o shaiva siddhanta, que é radicalmente monista, entendeu Maya como um dos tattvas – princípios ou instâncias da manifestação divina. No caso, trata-se de um princípio de relativização, absolutamente necessário para a produção do mundo concreto.

Mas isso não significa que o shaiva siddhanta tenha pura e simplesmente aderido a Maya. Se o fizesse não seria uma escola evolutiva. Mas, sim, uma organização voltada para a produção e a reprodução da ignorância, como tantas outras que dominam a cena atual. Entendendo, dialeticamente, que a aparência tanto manifesta quanto oculta a essência, a atitude dos grandes iogues dessa linhagem desdobra-se em três momentos: tese (aceitação do mundo fenomênico), antítese (desapego em relação às exterioridades do mundo e aspiração por uma realidade interior e superior), síntese (engajamento na transformação do mundo, de modo que, sem deixar de existir, ele venha a expressar, cada vez mais, essa realidade interior e superior, que é, afinal, sua verdadeira natureza).

Evidentemente, tudo isso é muito mais fácil de dizer do que de fazer. E o poema em pauta descreve, de maneira magistral, toda a dificuldade que deve enfrentar aquele que se atreve a nadar contra a corrente. Como a bailarina dos sete véus, cada vez que se despe de um, a divina Maya exibe outro.

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[Poema 20]

 

Ó minha alma, para onde pretendes navegar?

Não há viajante a quem seguir, não há roteiro.

Que oceano atravessarás, em que praia descansarás,

Se não há mar, não há barco, não há barqueiro?

*

Se não há lugar, se não há hora, se não há meios,

Como acharás a água capaz de saciar tua sede?

Sê forte e volta-te para o interior de ti mesma:

Lá encontrarás chão firme, lá construirás tua sede.

*

Kabir diz: Põe toda imaginação de lado,

E permanece impassível naquilo que és.

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[Poema 92]

 

À espera de seu esposo ausente, a esposa fia e tece.

Suas mãos são bailarinas rodopiando entre os fios.

*

Ao encalço do Amado, também eu crio um tecido.

Minha roca diz “amor”, meu tear, “conhecimento”.

*

Dia e noite em meu ofício, me derreto de saudade.

As lágrimas que derramo deixam o pano molhado.

 

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[Poema 10]

 

Para ti teceste o meu amor, ó Faquir!

Eu dormia, pesado, em meu quarto, e me despertaste,

Acordando-me com tua voz, ó Faquir!

Eu me afogava no oceano deste mundo, e me salvaste,

Soerguendo-me com teu braço, ó Faquir!

Eu estava vinculado aos meus hábitos, e me libertaste,

Dizendo uma palavra, não duas, ó Faquir!

*

Kabir diz: Tu uniste teu coração ao meu, ó Faquir!

 

Nota ao Poema 10

A palavra “faquir”, que deriva do árabe faqr (“pobreza”), é utilizada, no sufismo, para designar, principalmente, os derviches errantes, que se libertam de suas posses e vínculos mundanos para seguir o caminho do autodesenvolvimento. Seu equivalente, no hinduísmo, é o sadhu – aquele que se dedica a uma sadhana (disciplina espiritual). Os ‘”faquires” de circo, deitados em camas de pregos e enrodilhados por serpentes, são apenas ingênuas caricaturas desses buscadores da verdade. No poema, fica claro que Kabir não se refere a um aspirante, mas a um mestre inteiramente realizado, capaz de ter operado sobre ele todas as drásticas transformações mencionadas. Para os devotos de Babaji, a alusão ao mahavatar é evidente. Existem notáveis semelhanças entre os relatos feitos por iogues e sufis acerca de Babaji e de Khidr, respectivamente. Ambos são descritos como “eternamente jovens”. Ambos são qualificados como “misteriosos”, pelo dom de aparecerem e desaparecerem quando bem entendem e realizarem muitas outras ações extraordinárias. Ambos recebem os qualificativos de “mestre dos mestres” e “guia dos profetas”. E os paralelos não se restringem a estes.

 

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[Poema 51]

 

Ó amigo! Como anseio pelo encontro com o Amado.

*

O vento outonal derrubou as flores viçosas de minha juventude,

A dor da separação é um espinho cravado em meu peito,

Perco-me nas aleias do conhecimento ocioso.

*

Mas, imperfeito como sou, recebi uma mensagem do Amado.

Suas frases, suas palavras, não devo, não posso repetir.

Só digo que me libertaram do temor da morte.

*

Ó amigo! Recebi, como dádiva, o Imortal.

Nota ao Poema 51

Assim como ocorre no taoísmo chinês, e também na alquimia ocidental, a ideia da imortalidade física é um forte componente do shaiva siddhanta indiano. Conforme a tradição, um dos atributos do mahasiddha, que realizou de maneira plena todas as possibilidades divinas latentes no humano, é a imortalidade. Tal condição nunca é um prêmio pessoal, mas uma graça que, por meio do grande mestre, se distribui para a humanidade inteira. Babaji, dizem seus devotos, seria um dos imortais, presente neste planeta, em seu corpo físico transmutado, desde o século III d.C.

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[Poema 30]

 

Em certa árvore há um pássaro, que canta a alegria da vida.

Quem sabe onde fica tal árvore? Quem conhece o refrão de seu cântico?

Onde os galhos projetam uma sombra profunda, lá ele pousa e repousa.

Chega ao descer o crepúsculo e parte ao erguer-se a aurora.

*

Quem sabe que pássaro é esse que canta dentro de mim?

Não é colorido nem incolor. Não tem contorno nem estofo.

Ele pousa na sombra do amor e repousa no inatingível.

E ninguém é capaz de prever em que momento virá.

*

Kabir diz: Ó sadhu, meu irmão, profundo é este mistério.

Deixa que os sábios descubram onde tal pássaro se esconde.

 

Nota ao Poema 30

A aparição do “pássaro cantor” de Kabir antecede, cronologicamente, a do “pássaro solitário” de San Juan de la Cruz (1542 – 1591). Embora as características de ambos se assemelhem muito, o indiano emprestou à sua ave simbólica uma expressão mais alegre. Assim o grande místico espanhol enunciou as cinco propriedades do “pássaro solitário”: “a primeira é que ordinariamente se coloca no local mais alto; a segunda é que sempre volta o seu bico para o lugar de onde vem o ar; a terceira é que geralmente está só e não admite nenhuma outra ave junto de si, senão que, pousando alguma por perto, logo se vai; a quarta é que canta muito suavemente; a quinta é que não é de nenhuma cor determinada”.

 

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[Poema 74]

 

Ó coração!

O que sabes dos segredos desta cidade?

Na ignorância chegaste; na ignorância partirás.

*

Ó companheiro!

O que fizeste da vida que te foi dada?

Colocaste sobre a cabeça um saco de pedras,

E esperas por alguém que te alivie o peso;

Teu Amigo te aguarda na outra margem do rio,

Mas nunca pensaste em como alcançá-lo;

Teu barco quebrou, continuas sentado cais,

E perdes teu tempo inquietando-te com as ondas.

*

O servo Kabir te pede que considere:

A quem recorrerás no último instante?

Estarás só e colherás os frutos que semeastes.

 

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[Poema 96]

 

Ó amigo, pensa bem! Se amas, por que dormes?

Se O achaste, por que não te entregas completamente?

Se queres mantê-Lo em teu coração, por que O deixas escapar?

Por outro lado, se o sono te pesa nos olhos, por que perdes teu tempo

Alisando os lençóis e ajeitando os travesseiros?

*

Kabir diz: Falo-te das coisas do amor!

Se, por amor, deves entregar a cabeça, o que esperas?

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9 Comentários

  1. Caro Arantes gostaria que vc me enviasse algum material sobre Kabir e o guru Nanak, e se possível algum comentário ou sua opinião sobre os Sikhis?

    Resposta
  2. Caro José Carlos. Traduzi, ou melhor, recriei em português, os 100 poemas de Kabir vertidos por Rabindranath Tagore do idioma bengali para o inglês. E escrevi um longo prefácio, um longo posfácio e várias notas de rodapé para os poemas. Todo esse material já está há algum tempo nas mãos do meu editor, Sérgio Rizek, de Attar Editorial. Minha expectativa é a de que o livro seja publicado ainda em 2012. Postei parte do prefácio neste blog, na seção Espiritualidade / Mestres, com o título de “Kabir, o tecelão da palavra”. Em meu livro, o Guru Nanak e os sikhs são mencionados apenas de passagem. Mas há um farto material sobre o sikhismo na internet, inclusive proveniente de fontes sikhs.

    Resposta
  3. Obrigado senhor José, gosto muito de Kabir. Deve saber que ele foi um dos muitos Mestres perfeitos que vieram a este plano material. Talvez seja até sempre a mesma energia de Oxalá.

    Resposta
  4. valgênio

     /  2 de fevereiro de 2013

    “Em que margem pousarás para descansar?
    A qual meta entregastes o coração?
    Esta é a manhã da consciência!
    Voemos juntos! Desperta! Segue-me!
    Há um lugar livre da dúvida e da tristeza,
    Onde o terror da morte não impera.
    Lá, florescem bosques em eterna primavera,
    E sua fragrância faz avançarmos mais e mais.merso nela, o coração, qual abelha, se inebria.
    Imenso nela, já não quer outra alegria.

    Resposta
  5. José Castro

     /  9 de dezembro de 2013

    Obrigado a você, caro Arantes, por nos trazer estas preciosidades.

    Resposta
  6. maravilhoso Agradeço profundamente por me darem este presente …… Carinho Geetika

    Resposta
  1. 12 Poemas de Kabir | José Tadeu Arantes (Kabir)
  2. Kabir: outros poemas | José Tadeu Arantes (Kabir)
  3. O Cisne (um poema de Kabir) | José Tadeu Arantes (Ganapati)

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