José Tadeu Arantes (Kabir)

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Discípulo do grande mestre Babaji Nagaraj, nasceu em São Paulo, em 11 de fevereiro de 1951. Casado com Márcia, tem três filhos: Milena, Pedro e Marcela. E dois netos: Marina e João. Atua profissionalmente como jornalista, escritor e professor.

Estudou no Liceu Pasteur, na Escola Politécnica da USP e no Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Em complemento à educação convencional, cursou Artes Marciais (com Antonio Morgado e Liu Pai Lin), Artes Plásticas (com Luigi Zanotto, Carlos Fajardo e Dudi Maia Rosa) e Dança (com J.C.Violla e Klauss Vianna); participou de treinamento em Psicologia Transpessoal (com Stanislav Grof); foi iniciado em Kriya Yoga (por Govindan Satchidananda) e participa de treinamento avançado para ingresso na Babaji’s Kriya Yoga Order of Acharyas. Desde o início dos anos 1980, vem pesquisando intensamente temas relacionados a tradições espirituais, filosofia, psicologia e história.

Com atividade na mídia desde 1976, trabalha atualmente na Gerência de Comunicação da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), e dá aulas no curso de Extensão em Jornalismo da PUC de São Paulo.

Como jornalista, exerceu o cargo de editor nos periódicos Movimento, Leia, Retrato do Brasil, Saúde, Corpo a Corpo, Ágora, Globo Ciência, Galileu, Scientific American Brasil, História Viva e Le Monde Diplomatique Brasil. Participou, na condição de colaborador, em quase duas dezenas de veículos de comunicação. E trabalhou, na função de assessor especial, na Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais e no Hospital Israelita Albert Einstein.

Como escritor, é autor dos livros Cem Poemas de Kabir (Attar Editorial, 2013), Mestres (Editora Elevação, 2007), Do xamã ao Prêmio Nobel, todos são filhos de Deus (Editora Terceiro Nome, 2005), Bacon e Newton: em busca da Alma do Mundo (Editora Terceiro Nome, 2005), O maior perigo do Islã: não conhecê-lo (Editora Terceiro Nome, 2005), além de várias obras didáticas ou institucionais.

Como professor, já lecionou Física, Matemática, Desenho, Pintura e História da Arte em cursos formais. E, há quase 20 anos, apresenta cursos informais sobre tradições espirituais.

Em outubro de 2011, rodeado pelas majestosas montanhas do Himalaia, recebeu de seu instrutor, Govindan Satchidananda, o nome espiritual de Kabir, em homenagem ao grande poeta místico do século XV, e como lembrança da meta que deve buscar na vida.

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2 Comentários

  1. Agostinho Vieira

     /  5 de julho de 2012

    Apelo à transpessoalidade
    Publiquei um livro em setembro de 2010, A Psicologia da Não Mente. Psicologia, do grego psyche (alma/espírito) e -logia (estudo de), é ou deveria ser o (re)conhecimento da alma humana. Assim, a psicologia ou o estudo da alma seria aprofundado, alargando o campo de conhecimento da consciência da nossa existência espiritual.
    Podemos verificar que a psicologia atual pouco se interessa pela alma humana, se centrando mais nas perspetivas e conceitos mentais, seus comportamentos e/ou emoções. Na verdade, este tipo de análise se devia chamar “mentologia”, estudo da mente, de seus estados e processos.
    A psicologia deixou cair a alma, a nossa alma. Assim, a humanidade ficou equivocada, na ignorância. A humanidade, por si própria, depois, nunca mais recordou o que a psicologia deixou cair, esse estudo e compreensão da alma humana.
    A patologia da normalidade, do conformismo e estagnação da dinâmica evolutiva inerente à realidade (real-idade) humana, mantém toda a humanidade refém, em um estado mental (de-mente).
    Na psicologia da consciência ou transpessoal (trans- quer dizer ultrapassa, transcende o pessoal, portanto o humano), a trans-pessoal-idade é a fronteira humana expandida (para) além do ego, da mente humana.
    Então, o estado de não mente, de não estar na mente, é um estado modificado de consciência. É observar a mente estando fora dela. É vê-la sem sermos ela. É não usar(mos) a mente para vê-la. É uma observação que é feita sem ela, a mente. É vê-la e observá-la de uma perspetiva em que já não é ela que se observa a si mesma, mas outro nosso eu que a observa e testemunha, sem esta ser usada para essa observação.
    Portanto, desenvolver o estado/estudo ou a compreensão da verdadeira psico-logia é entrar nela. E, só entrando nela, podemos testemunhar o que ela é, sem mente, sem mentologia, sem patologia normósica.
    É um estado que não tem palavras. É um estado de consciência. Sem mente. A consciência não tem mente, é consciência. A consciência é uma existência, como a mente também é uma existência. E é dentro de nós que as duas estão. E é dentro de nós que temos de escolher o que queremos expressar. Se queremos expressar um estado mental ou se queremos expressar um estado de consciência.
    A humanidade precisa de muito mais gente interessada e (pre)ocupada em compreender e explicar (dentro da normal-idade patológica humana) às pessoas o outro estado não patológico.
    A psicologia atual é a psicologia da mente. Logo, a psicologia atual, a patologia da mente, todos nós a conhecemos. Enquanto continuarmos a observar a mente com a própria mente, estaremos na mentologia.
    Também enquanto continuarmos a analisar a consciência com a mente, esta, a mente, não refletirá o que a consciência é. Por isso, só estando na consciência ou na não mente, fora da mente ou do estado mental, é que a podemos testemunhar e descrever.
    A psicologia da não mente ou a verdadeira psico-logia precisa ser instaurada/instalada no conhecimento da humanidade. Não deve nem pode continuar oculta, no ocultismo.
    Este (re)conhecimento da essência da palavra psico-logia tem de ser divulgado. Tem de ser retomado o estudo desta verdade – essência(l). Só desta forma a humanidade conhecerá sua existência de alma ou a alma de sua existência.
    Somos nós, neste e com este conhecimento trans-pessoal, que temos e devemos denunciar e anunciar à humanidade o que sabemos. Acho que a humanidade merece um pouco mais (de nós).
    A Psicologia da Não Mente descreve o verdadeiro significado da psico-logia, aprofunda o estudo da alma humana e vem alargar o conhecimento do “eu” espiritual, que há muito a psico-logia (mentologia) deixou cair. É um livro que une a psico-logia e a espiritual-idade, a nossa idade espiritual.
    A psicologia da não mente é a verdadeira psicologia, aquela que (já) não nos mente, ou seja, que é estudada e compreendida sem a negação de nosso “eu” espiritual (alma).
    A única devoção que (nós) temos de ter é pelo nosso divino interior. Essa parte consciente que nos diz e que nos ensina aquilo que somos, de onde viemos e o que cá estamos a fazer. Essa parte de nós que nos instrui naquilo que devemos ser e fazer nesta vida. Porque nesta vida (nós) temos de ser mais e fazer menos, e não ao contrário, fazer muito e ser(mos) tão pouco.
    A mente mente, mas parece nos termos esquecido porque lhe atribuímos esse nome. Como a mente mente, e a maior parte de nós, humanos, desconhece ou nem acredita nessa possibilidade, vivemos convictos de sua veracidade (a da mente).
    Portanto, o meu apelo é neste sentido: no propósito humano, quer de nós “transpessoais”, quer da restante humanidade. Os seres, as pessoas e os conhecimentos transpessoais não podem nem devem continuar ocultos.
    Temos e devemos assumir para com todos os seres humanos deste planeta a existência da trans-pessoal-idade, o que somos e temos de impessoal ou transpessoal.
    É este o meu apelo, por respeito a nós (transpessoais e humanos) e a tudo o que existe ou nos rodeia nesta experiência ou existência espiritual terrena.
    Deixo em aberto vossa vontade e/ou disponibilidade para esta tarefa humanitária. Aguardo por vosso sentido humanitário para com esta causa humana.
    Espero que se associem a esta causa com a devida devoção e respeito que a mesma acarreta.
    Agostinho Vieira
    P.S.: Este apelo foi e continuará a ser enviado em muitas línguas (transpessoais).

    Responder
  2. Flavinha

     /  25 de fevereiro de 2014

    Achei que chegara a este sitio por amor a poesia de Kabir, agora compreendo que fui mesmo guiada pelo Amor ‘objeto’ de sua poesia.

    Irradio grande gratidão.
    ___/\___

    Responder

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